Teorias que te vão deixar espantado.

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Falso vácuo:

Na teoria quântica de campos, a hipótese de falso vácuo afirma que o nosso universo pode existir num espaço de baixa energia ou impermanente. Pensa no universo como uma panela de água a ferver e nós existimos dentro de uma bolha que se forma no fundo da panela. Agora, depois de biliões de anos neste falso estado a nossa bolha sobe à superfície e rebenta. Sem nos apercebermos disso e sem qualquer aviso prévio desaparecemos num nada incompreensível e não há nada que possamos fazer para pará-lo.

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Cérebro num frasco:

A Teoria do cérebro numa cuba, ou o cérebro num frasco implica que a nossa consciência poderia ser tirada para fora dos nossos corpos e que poderíamos experimentar a realidade através das conexões neurológicas dos nossos cérebros. Esta ideia tem sido a peça central de muitas obras de ficção e “experiências mentais”, que têm procurado entender melhor o que constitui a realidade. O cérebro na teoria VAT (mesma coisa que teoria do cérebro num frasco) pressupõe que o cérebro é a origem de toda a consciência, que o cérebro opera com impulsos eléctricos e que estímulos externos podem afectar a forma como o cérebro funciona. As terríveis implicações são de que nós podemos ser nada mais do que um cérebro no frasco sem qualquer forma de o provarmos ou refutarmos.

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Paradoxo de Fermi:

Vamos imaginar que há um formigueiro no meio de uma floresta e ao lado há a construção de uma Auto-estrada com dez vias. Estas formigas não terão absolutamente nenhum entendimento do que é uma estrada ou como elas são feitas, embora as formigas possam experimentar alguns ruídos altos e abanões enquanto a estrada está a ser construída. O Paradoxo de Fermi afirma que as chances de não haver inteligência no universo além de Nós são ultrapassadas em muito pela probabilidade de existirem. A questão em relação às formigas é, alguma vez entenderão para que é que serve a Auto-estrada? O paradoxo é que a vida extraterrestre pode estar muito além do que nós, seres humanos podemos compreender e que para nós, os extraterrestres podem muito bem ser trabalhadores da construção civil, enquanto nós somos apenas formigas.

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Seres multi-dimensionais:

Imaginem um organismo 2D vivendo em um pedaço de papel. Dependendo de onde nós nos posicionarmos afecta se esse ser nos “vê” ou  como é que nós o “vemos”. Se nós estivermos a olhar para esta criatura da parte superior veríamos algo parecido com uma linha fina, apenas tão espessa como a superfície em que existe e enquanto a formos virando. Bem, desta mesma forma também um ser 4D  pode-nos ver de uma forma semelhante, onde a nossa aparência muda, dependendo da forma como nos vêem, e tal como os seres 2D nós só seriamos capazes de “ver” o ser 4D se ele o permitisse. Por exemplo se nos olhasse directamente na cara. Em teoria, estes seres dimensionais 4º podem estar à nossa volta e nós nunca teríamos conhecimento disso, caramba, eles até podem estar dentro de nós. E agora, isto não é algo que nos faz pensar?

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Gestão do Terror:

Tudo o que faz parte da nossa vida tem uma parte igual a destruí-la. A teoria de gestão de terror faz a conexão entre a nossa vontade de viver e a inevitabilidade da nossa morte. Os nossos egos e o nosso acto de auto-consciência servem como amortecedores contra a ansiedade que vem do reconhecimento de que um dia vamos morrer. Basicamente, tudo o que vamos fazer ou dizer é motivado pelo facto de que algum dia nós irmos morrer, mesmo a nossa essência mais profunda,os nossos melhores dias são motivados por esse conhecimento. No entanto há uma maneira, que a humanidade aprendeu a lutar contra a teoria de gestão terror e que é a cultura. A cultura é a ferramenta da humanidade para lutar contra a nossa ansiedade da morte. Nós somos consolados pelas nossas culturas e tradições. Sentimos-nos felizes porque sentimos que estamos com os nossos semelhantes. Seja família, religião, nacionalidade ou até mesmo nossas afiliações políticas, estes produtos da cultura permitem-nos superar o terror da nossa existência e, possivelmente, por um momento, esquecer a nossa própria morte. Esta experiência exclusivamente humana é o que tem permitido a humanidade prosperar da maneira que tem, e por isso, acho que mesmo que possa parecer muito mau, afinal não é assim tão aterrador.

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Hipótese da Transcendência:

A hipótese da Transcendência sugere que um processo universal de evolução orienta civilizações avançadas para o que é chamado “espaço interior”, e por fim, para os buracos negros. Alguns afirmam ser uma teoria, mas não é completamente irrealista. Esta teoria sugere que, enquanto as civilizações crescem a nível de conhecimentos o foco dessa inteligência centra-se em níveis cada vez menores, até ao nível sub-atómico. Civilizações miniaturizadas poderiam colocar-se na borda de um buraco negro, onde testemunhariam uma mudança total do espaço e do tempo. Pontos comuns podem ser traçados entre esta teoria e o paradoxo de Fermi como uma solução para o facto de ainda não termos conhecimento de outras civilizações avançadas presentes na nossa galáxia, a Via Láctea. Agora, podem-se perguntar porque os buracos negros, e isso é porque, em teoria, os buracos negros são vistos como um lugar onde os eventos de inteligência mais elevados podem ocorrer. Pensa-se que estes eventos podem ir desde a aceleração e desaceleração do tempo, a colheita de energia, a replicação do universo e poder computacional ilimitado. Esta teoria tem suporte nas áreas de biologia, física e ciência da computação. No momento é impossível a testarmos, mas isso pode mudar nas próximas décadas.

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Sexta Extinção em Massa:

A Sexta extinção em Massa também conhecida como a extinção do Holoceno/Holocénico é o nome dado à extinção contínua de espécies vegetais e animais que tem ocorrido desde 10.000 a.c. Isso inclui o desaparecimento de grandes animais terrestres conhecidos como megafauna, que começou à cerca de 9.000 anos atrás, no final da última Idade do Gelo e terminou connosco, actualmente um planeta com cerca de 7 biliões de pessoas. A extinção do Holoceno/Holocénico é caracterizada pela consumo de quantidades massivas por parte da humanidade dos recursos da terra. Os exemplos mais comuns são a pesca excessiva, a acidificação dos oceanos e o declínio mais amplo da biodiversidade. A população global em 1800 atingiu 1 bilião pela primeira vez na história humana e em apenas 216 anos desde este marco, a população global atingiu os 7 biliões. Tem sido sugerido que este crescimento exponencial da actividade humana desde meados do século 20, justifica a criação de uma nova época geológica chamada a extinção do Antropoceno. Acredita-se que a actual taxa de extinção pode ser tão elevada como 140.000 espécies perdidas por ano e não tem mostrado sinais de abrandamento. Nunca houve uma perda tão grande e de tantas espécies desde que o homem mudou o planeta pela primeira vez ao deixar África e antes da última Idade do Gelo.

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In: DecryptedMatrix

Crédito Imagens: DecryptedMatrix

Phenomania – O que é real?

 




 

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