O ícone ‘Divino’: um símbolo de um conhecimento universal perdido

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Parece há provas significativas que sugerem que todas as culturas antigas estavam “ligadas” por um poderoso símbolo religioso. O Pesquisador e autor Richard Cassaro refere-se a ele como ícone do “Divino”(God-Self) e destaca a sua presença em civilizações que construíam pirâmides.

Divino

E se as grandes civilizações antigas no nosso planeta estiveram interligadas de alguma forma? E se há um conhecimento perdido presente no passado amnésico da humanidade que só agora está a ressurgir?

Há inúmeros indicadores presentes entre muitas culturas antigas que sugerem que antigas civilizações que existiram há milhares de anos na Terra estavam intrinsecamente ligadas.

É exactamente isto que Richard Cassaro sugere no seu livro “The Missing Link”, onde o autor mostra mais de 500 imagens fascinantes como prova do papel fundamental que este símbolo misterioso terá tido em culturas como os antigos egípcios, chineses, suméria, grega, Inca ou persa, entre muitos outros.

Da mesma forma que o símbolo da cruz uniu cristãos numa única religião, o ícone do “Divino” pode ter feito a mesma coisa com antigas civilizações há milhares de anos.




O poder dos símbolos antigos

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Mas o que é que são símbolos e desde quando é que se tornaram tão importantes? Simplificando, os símbolos são basicamente números ou padrões que têm um significado convencional.

No entanto, muitos pesquisadores indicam que esta definição está incompleta e que o seu objectivo deveria ser reavaliado.

O poder de persuasão e convicção do símbolo reside no facto de como são vividos, através dos sentidos da imagem, através deles uma experiência antropológica vital torna-se real em que o intérprete está completamente envolvido.

No momento da interpretação, o sujeito deve fornecer seu próprio pedaço de imaginação que actua como um meio, pelo qual o eventual significado se desdobra, ressonâncias e ecos que ajudam a despertar o sentido, tornando-se no arquitecto de um templo espiritual dentro de si mesmo.

Cassaro explica que a partir dessa perspectiva, inúmeras culturas antigas deixaram para trás mais do que apenas um segredo universal incorporado na arte e arquitectura e uma das maiores provas que sustentam esta ideia é o ícone “Divino” descoberto por Richard Cassaro.

Símbolos, símbolos e muito mais … símbolos

A minha descoberta do "Templo Tríptico", conhecido online como "Conexão Piramidal México-Egipto-Indonésia", ou a" Conexão Piramidal México-Egipto-Cambodja."-Richard Cassaro.
A minha descoberta do “Templo Tríptico”, conhecido online como “Conexão Piramidal México-Egipto-Indonésia”, ou a” Conexão Piramidal México-Egipto-Cambodja.”-Richard Cassaro.

No entanto, os símbolos estão presentes em todos os lugares, e alguns deles permanecem escondidos, embora estejam à vista.

É importante mencionar que paralelos entre diferentes construções da antiguidade, presente em culturas distantes tanto temporalmente como espacialmente, são surpreendentes, especialmente quando consideramos que a maioria destas culturas antigas nunca tiveram contacto uns com os outros – ou pelo menos é o que os estudiosos tradicionais indicam .

Mas o que isso significa? É possível que tenha existido uma civilização mãe que antecede todas as outras civilizações na Terra? Ou é possível que os chamados deuses do passado deixaram para trás seu legado em culturas ao redor do globo?

Acontece que os maçons sabiam sobre isto e desde que surgiram no início do século XVIII, eles tentaram imortalizar o conhecimento secreto de uma religião universal nas catedrais góticas.

É muito comum observar um projecto padrão presente em muitos edifícios medievais, onde podemos observar uma grande porta central ladeada por duas entradas menores e duas torres de cada lado de um corredor central. Isto é o que Cassaro chama de projecto tríptico.

A porta central é a “fonte da alma” dentro do corpo. As portas individuais de cada lado representam as forças opostas da dualidade que a alma deve enfrentar e dominar a vida.

Cassaro explica ainda que, assim como com os templos trípticos, o ícone do “Divino” representa a alma do sábio que prende simetricamente dois objectos idênticos, mas ao mesmo tempo coloca-os em lados opostos de frente para o outro dando equilíbrio à força da dualidade através do cultivo de energia física e mental.

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As origens do Ícone do “Divino”.

As origens do ícone ‘Divino’ podem ser rastreada até há milhares de anos atrás ao que a mitologia grega se refere como a “Idade de Ouro”.

Este “Idade de Ouro” é o estágio inicial das idades em que a humanidade vivia num estado ideal, ou utopia, quando a humanidade era “pura e imortal”.

Existem alguns estudiosos vitorianos que associaram este era pré-histórica à Atlantida de Platão e com a ideia de que a ascensão e queda de grandes civilizações antigas estão ligadas aos ciclos naturais, como o ano platônico de 25,766 anos.

Dos egípcios aos assírios, dos pré-Incas aos europeus, o ícone é omnipresente. Será o símbolo perdido de uma religião da “Idade de Ouro” esquecida que floresceu em todo o mundo no passado remoto? Como é que não pode ser?

Richard Cassaro é jornalista, palestrante e autor do Escrito em Pedra: Descodificando a Religião secreta maçonica escondida em catedrais góticas e Arquitectura Mundial.(Written In Stone: Decoding The Secret Masonic Religion Hidden In Gothic Cathedrals And World Architecture, no Original)

Créditos Imagem: Richard Cassaro

Para descobrirem mais sobre Richard Cassaro cliquem AQUI.

By: Ivan Petricevic
In: Ancient Code




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